USA Today!
Invariavelmente as eleições Americanas ainda vão no adro e já muito se fala no mundo ocidental das mesmas. Ao bom estilo Europeu dá-se como certa a vitória de Barack Obama, do mesmo modo que Al Gore ganharia meses antes do escrutínio com alguma vantagem. A verdade é que os últimos desfechos das eleições Norte-Americanas têm demonstrado que o país ‘mais evoluído’ do mundo padece de tolerância, excede-se em conservadorismo e tem a par de muita pobreza, uma carência de conhecimento do que realmente se passa no mundo, para tristeza de muitos outros cidadãos daquele país que desde lugares como Nova-Iorque, Chicago, São Francisco, etc, vêm sempre com vergonha adicional os resultados finais.
Uma vez mais Luís Campos e Cunha escreveu acertadamente na semana passada no público sobre este fenómeno (curiosamente é incrível a facilidade com que leio e aprovo as crónicas de Campos e Cunha, talvez pelo seu bom senso não corroborou com as sucessivas medidas deste governo), alerta para o que se está a passar actualmente nestas eleições, em que uma das candidatas, a Vice Republicana Sarah Pallin, para além de demonstrar a cada oportunidade que tem de falar que não conhece o mundo (recorde-se que só tem passaporte há menos de um ano), veio defender a invasão do Iraque alegando que os soldados Americanos estão a prestar um serviço a Deus! Não suficientemente assustador de que ter uma senhora com esta cultura na Vice liderança do país mais influente no mundo, o seu presidente, John McCain, vem agora em entrevista aliar Zapatero a todos os lideres Latino-Americanos dizendo que não receberá o 1º Ministro Espanhol na Casa Branca. A dúvida que me fica é saber se de facto McCain conhece o que se passa no mundo e reage à medida acertada de Zapatero de retirar do Iraque o contingente Espanhol lá localizado, ou confunde geograficamente Espanha e a coloca algures entre a Colômbia e o Equador, o que num Americano não seria de admirar!
McCain e Pallin, duas pessoas que ainda podem justificar que existe ainda pior que George W. Bush, têm fortes possibilidades de ganhar numa América que não é o que a Europa quer.
Num momento em que as mulheres ganham terreno no mundo da politica, na África do Sul, Israel, Chile, Alemanha, pela primeira vez no Ruanda a maioria do parlamento é composto por mulheres (eventual resultado de uma guerra que a Europa fingiu não existir), Pallin surge como uma figura importante no actual panorama politico Americano e até ao momento está a baralhar, e muito, as contas dos Democratas. Infelizmente pelos piores motivos.
Uma vez mais Luís Campos e Cunha escreveu acertadamente na semana passada no público sobre este fenómeno (curiosamente é incrível a facilidade com que leio e aprovo as crónicas de Campos e Cunha, talvez pelo seu bom senso não corroborou com as sucessivas medidas deste governo), alerta para o que se está a passar actualmente nestas eleições, em que uma das candidatas, a Vice Republicana Sarah Pallin, para além de demonstrar a cada oportunidade que tem de falar que não conhece o mundo (recorde-se que só tem passaporte há menos de um ano), veio defender a invasão do Iraque alegando que os soldados Americanos estão a prestar um serviço a Deus! Não suficientemente assustador de que ter uma senhora com esta cultura na Vice liderança do país mais influente no mundo, o seu presidente, John McCain, vem agora em entrevista aliar Zapatero a todos os lideres Latino-Americanos dizendo que não receberá o 1º Ministro Espanhol na Casa Branca. A dúvida que me fica é saber se de facto McCain conhece o que se passa no mundo e reage à medida acertada de Zapatero de retirar do Iraque o contingente Espanhol lá localizado, ou confunde geograficamente Espanha e a coloca algures entre a Colômbia e o Equador, o que num Americano não seria de admirar!
McCain e Pallin, duas pessoas que ainda podem justificar que existe ainda pior que George W. Bush, têm fortes possibilidades de ganhar numa América que não é o que a Europa quer.
Num momento em que as mulheres ganham terreno no mundo da politica, na África do Sul, Israel, Chile, Alemanha, pela primeira vez no Ruanda a maioria do parlamento é composto por mulheres (eventual resultado de uma guerra que a Europa fingiu não existir), Pallin surge como uma figura importante no actual panorama politico Americano e até ao momento está a baralhar, e muito, as contas dos Democratas. Infelizmente pelos piores motivos.
Jorge Garcia Pereira
fotografia: New York City (USA), 2005